Ás vezes escrever é como pintar. Só se consegue algo produtivo com imaginação, com muitas horas sem dormir a tentar encontrar o tema da pintura.
Agora ao escrever, sinto que estou a pintar o maior quadro que já pintei, o quadro da minha vida. Nesse quadro estão representadas as duas partes que a minha vida tem.
Uma que adoro e que não trocava por nada, já a outra é o oposto. A outra faz-me chorar, discutir, querer mudar, e sobretudo odiá-la.
Se pudesse mudava muita coisa, mudava mentes, atitudes, ódios, preocupações e mudava principalmente a indiferença. Toda a indiferença que existe perante o mundo, mas isso é uma utopia. Uma utopia perfeita, mas não passa disso, uma utopia de vida e de conforto.
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