"Sentir o nosso coração ao mesmo tempo que o de alguém a quem damos um abraço faz-nos de tal maneira bem à saúde, traz-nos uma tal paz, que até existe uma forma de tratamento chamada Terapia do Abraço.Um bom abraço ajuda-nos a sentir as muitas dimensões do amor: a facilidade para receber e dar, a sensibilidade para o sofrimento, a disponibilidade para a alegria de se divertir e a profundidade da ternura.Abraçar alguém é como dizer-lhe: "Olha, aqui estou para o que quiseres, de coração aberto para ti". O que implica aceitar ser rejeitado. Mal interpretado. Correr esse risco.No entanto, só se a atitude interior, o pano de fundo a partir do qual nos relacionamos com os outros, for de lhes estender os braços e de os tocar, poderemos descobrir o valor da partilha.Não são só as pessoas solitárias, infelizes, inseguras, que precisam ser abraçadas. Abraçar bem dá-nos saúde. Mas não se trata de abraços sociais, de conveniência, em que duas pessoas se tocam apenas por fora – portanto não se tocam -, nem de abraços de dois amantes apaixonados que um ao outro se agarram.São abraços que acontecem porque saem cá de dentro sem que os travemos. Como expressão de um amor incondicional que nos habita – e de que não temos medo, porque o olhamos como algo que verdadeiramente nos liberta.A intimidade que um abraço sincero oferece é a da compreensão. Da atenção. Da solidariedade. Da amizade que existe para lá da exaltação dos sentidos, apenas por ter a consistência daquilo que brota do fundo de nós mesmos e que se mantém quer faça sol quer chova.Abraços são uma espécie de foguetes capazes de fazer despertar moribundos ou fazer levantar da cama preguiçosos. Explosões de vida. Há quem goste de os dar para reafirmar um vínculo de amizade ou qualquer outro sentimento. E são uma das melhores festas gratuitas a que toda a gente tem acesso. São abraços do fundo do coração, frequentes entre duas pessoas que, por nada pedirem uma à outra, de cada vez que se encontram recebem sempre muito – e apenas por isso são levadas a celebrá-lo.Quando um coração se abre para outro coração, há quase sempre uma qualquer maravilha que pode acontecer. Ou, quanto mais não seja, uma sensação de paz possível, neste mundo cheio de guerras em que vivemos."
Adaptado do texto "Venha daí um bom abraço!",
Mais e Melhor, Maria José Costa Félix
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
Tu...
Sofri por ti...
Por ti, ja pensei em desistir de tudo aquilo que é importante para mim...
Por tua causa, descobri o quão certas pessoas eram especiais...
As duas coisas que me ensinas-te foram :
- sofrer, e;
- como as amizades são importantes...
Agora sei resolver melhor os meus problemas...
Sei confrontar as pessoas com a verdade...
Sei sentir o quanto posso ser importante ou nao...
Foste importante na minha vida, sem duvida alguma...
E ainda o estas a ser...
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Abraço *.*
Aproxime-se mais.Tente sentir do que um abraço é capaz.
Quando bem apertado,
ele ampara tristezas,
sustenta lágrimas,
combate incertezas,
põe a nostalgia de lado.
É até capaz de amenizar o medo.
Se for cheio de ternura,
ele guarda segredos,
e jura cumplicidade.
Um abraço amigo de verdade
divide alegrias
e se apraz em comemorações.
Abraços são pequenas orações
de fé, de força e energia.
Olhe para o lado:
há sempre alguém que quer ser abraçado
e não tem coragem de dizer.
Enlace-o.
O pior que pode acontecer
é ganhar de volta um sorriso de carinho,
ou, quem sabe, uma palavra sincera.
Você vai descobrir que ninguém esta sozinho
e que a vida pode ser um eterno céu de Primavera.
sábado, 22 de janeiro de 2011
Felicidade&Homem
*Hoje a vida ensinou-me através deste texto que a felicidade e o Homem estão sempre de mãos dadas... *.*
"Um dia, enquanto os outros descansavam, o Homem e a Felicidade decidiram jogar às escondidas. Mas eram tão inseparáveis que não tardavam a encontrar-se imediatamente. Cada vez, era mais difícil encontrar um lugar diferente onde esconder-se. Acontece que, quando tocou a vez de ser a Felicidade a esconder-se, a Mentira, que passeava por ali disfarçada de Verdade, aconselhou-a a que se escondesse dentro do Homem, porque esse seria o último lugar onde lhe ocorreria procurar. A Felicidade assim fez. Aproveitando um descuido do homem, introduziu-se no seu coração.
Quando o Homem se pôs a procurá-la, não havia maneira de a poder encontrar. O tempo passava e começou a crescer nele o medo de que tivesse acontecido algo à Felicidade. O certo é que não podia viver sem ela. A Felicidade gritava desde o coração do Homem, para lhe dizer onde estava, mas o Homem estava tão preocupado em buscá-la por fora que não prestava atenção ao seu interior. E quando isso acontece, as portas do coração fecham-se, deixando nele encerradas todas as suas riquezas. Então a Mentira, disfarçada de Verdade, aproximou-se do Homem para lhe dizer que tinha visto a Felicidade a caminhar pelo caminho que levava ao Reino da Obscuridade. O homem, sem duvidar, correu para esse reino. Mas quanto mais avançava naquela direcção, algo muito forte dentro dele lhe dizia que esse não era o caminho certo. Deteve-se um momento, na sua frenética correria, e logo começou a escutar os gritos desesperados da Felicidade, que o chamava desde a profundidade do seu coração.
A partir de então, decidiram tornar-se inseparáveis e não se perderam de vista, para que a Mentira não os voltasse a enganar. E assim, a Felicidade ficou para sempre a residir no mais profundo do coração humano."
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Já não me importo
Já não me importo
Até com o que amo ou creio amar.
Sou um navio que chegou a um porto
E cujo movimento é ali estar.
Nada me resta
Do que quis ou achei.
Cheguei da festa
Como fui para lá ou ainda irei
Indiferente
A quem sou ou suponho que mal sou,
Fito a gente
Que me rodeia e sempre rodeou,
Com um olhar
Que, sem o poder ver,
Sei que é sem ar
De olhar a valer.
E só me não cansa
O que a brisa me traz
De súbita mudança
No que nada me faz.
Fernando Pessoa
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
"Sentes, Pensas e Sabes que Pensas e Sentes"
"Dizes-me: tu és mais alguma cousa
Que uma pedra ou uma planta.
Dizes-me: sentes, pensas e sabes
Que pensas e sentes.
Então as pedras escrevem versos?
Então as plantas têm idéias sobre o mundo?
Sim: há diferença.
Mas não é a diferença que encontras;
Porque o ter consciência não me obriga a ter teorias sobre as cousas:
Só me obriga a ser consciente.
Se sou mais que uma pedra ou uma planta? Não sei.
Sou diferente. Não sei o que é mais ou menos.
Ter consciência é mais que ter cor?
Pode ser e pode não ser.
Sei que é diferente apenas.
Ninguém pode provar que é mais que só diferente.
Sei que a pedra é a real, e que a planta existe.
Sei isto porque elas existem.
Sei isto porque os meus sentidos mo mostram.
Sei que sou real também.
Sei isto porque os meus sentidos mo mostram,
Embora com menos clareza que me mostram a pedra e a planta.
Não sei mais nada.
Sim, escrevo versos, e a pedra não escreve versos.
Sim, faço idéias sobre o mundo, e a planta nenhumas.
Mas é que as pedras não são poetas, são pedras;
E as plantas são plantas só, e não pensadores.
Tanto posso dizer que sou superior a elas por isto,
Como que sou inferior.
Mas não digo isso: digo da pedra, "é uma pedra",
Digo da planta, "é uma planta",
Digo de mim, "sou eu".
E não digo mais nada. Que mais há a dizer? "
Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
Heterónimo de Fernando Pessoa
Que uma pedra ou uma planta.
Dizes-me: sentes, pensas e sabes
Que pensas e sentes.
Então as pedras escrevem versos?
Então as plantas têm idéias sobre o mundo?
Sim: há diferença.
Mas não é a diferença que encontras;
Porque o ter consciência não me obriga a ter teorias sobre as cousas:
Só me obriga a ser consciente.
Se sou mais que uma pedra ou uma planta? Não sei.
Sou diferente. Não sei o que é mais ou menos.
Ter consciência é mais que ter cor?
Pode ser e pode não ser.
Sei que é diferente apenas.
Ninguém pode provar que é mais que só diferente.
Sei que a pedra é a real, e que a planta existe.
Sei isto porque elas existem.
Sei isto porque os meus sentidos mo mostram.
Sei que sou real também.
Sei isto porque os meus sentidos mo mostram,
Embora com menos clareza que me mostram a pedra e a planta.
Não sei mais nada.
Sim, escrevo versos, e a pedra não escreve versos.
Sim, faço idéias sobre o mundo, e a planta nenhumas.
Mas é que as pedras não são poetas, são pedras;
E as plantas são plantas só, e não pensadores.
Tanto posso dizer que sou superior a elas por isto,
Como que sou inferior.
Mas não digo isso: digo da pedra, "é uma pedra",
Digo da planta, "é uma planta",
Digo de mim, "sou eu".
E não digo mais nada. Que mais há a dizer? "
Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
Heterónimo de Fernando Pessoa
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Almacave Jovem, uma 2ª Familia...
Almacave Jovem...
Nao apenas um grupo, mas sim uma familia...
Algo que é dificil de explicar...
Algo Fantástico !!
Já não sei viver sem eles...
Sem as nossas conversas todas as Sextas à noite...
Sem os momentos de “Taludice”...
Sem os momentos em que nada conseguia estragar a Amizade que temos uns pelos outros...
É muita amizade...
Muita união...
Muito Amor...
Muita Confiança...
É tudo o que alguém poderia querer... Sem duvida que entrar no grupo, e conhecer pessoas fantásticas como estas, mudou a minha vida para sempre, uma marca que ficará para sempre no meu coração...
Almacave Jovem para sempre !!
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
*Sempre que te sentires só estarei sempre aqui ...*
"Olha pra mim
Fica no meu abrigo
Dorme no meu abraço
E conta comigo"
Fica no meu abrigo
Dorme no meu abraço
E conta comigo"
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
Uma Muralha
Porque será que as pessoas fazem promessas e não as comprem?? Será que gostam da palavra “Desilusão”?? Será que gostam de perder a confiança de alguém querido?? As vezes parece que sim... Parece que gostam de ver alguém sofrer...
Será que um dia vou conseguir construir uma muralha com todos os bocadinhos de desilusão?? Quem me dera acreditar que sim... Acreditar também que com essa muralha conseguia ficar imune a todas as desilusões e tristezas... Quero construir essa Muralha....
Podia-se chamar a Muralha do NÃO...
*não ás desilusões
*não à tristeza
*não à traição
* não a tudo menos à Felicidade...
Será que um dia vou conseguir construir uma muralha com todos os bocadinhos de desilusão?? Quem me dera acreditar que sim... Acreditar também que com essa muralha conseguia ficar imune a todas as desilusões e tristezas... Quero construir essa Muralha....
Podia-se chamar a Muralha do NÃO...
*não ás desilusões
*não à tristeza
*não à traição
* não a tudo menos à Felicidade...
sábado, 1 de janeiro de 2011
Uma Amizade que é um SEMPRE...
**Já me disseram que a amizade e o amor não existem , é pura ilusão . Uma pessoa diz amo-te ou adoro-te porque sente necessidade de carinho , afecto ...
**Gosto desta mera ilusão porque essas pessoas a quem diz um amo-te ou um adoro-te fazem-na lutar , e quanto mais luta e mais sofrimento dão , mais nós gostamos . Mas para que é que inventaram duas palavras que são meramente ilusão ? Não percebo . Mas será que não existem mesmo ? Eu digo-te todos os dias : " adoro-te , amo-te " e já lá vão 9 anos .
**Bem mas como à uns tempos atrás, quando me disseram que a amizade e o amor não existiam , hoje também acredito que a nossa amizade e o nosso amor existe . És umas das razões pelo meu sorrisinho todas as manhãs desde à 9 anos meu amor . Não quero ficar sem ti nunca irmã <3
By : Marina Duarte
Subscrever:
Comentários (Atom)


