terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Quem sabe amanhã

Ali não falávamos, nada era dito. Afinal, não era preciso...
Compreendíamos melhor o mundo assim, no silêncio, do que com o barulho das palavras. 
Ali percebíamos cada gesto, cada olhar, cada movimento. Ali, percebi a verdade do mundo...
Aquele sonho parecia real até que interromperam o silêncio...
A única realidade passou a ser ternura das palavras omitidas,
A nossa imaginação levou-nos até ao impossível.
Impossível por agora...
No agora, não cabe esse desejo, essa imagem perfeita.
Mas quem sabe amanhã
O impossível se torne possível...
Enquanto isso, desenhar-te-ei ali...


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